Imagine | E se… faltar luz?
16909
single,single-post,postid-16909,single-format-standard,ajax_fade,page_not_loaded,,columns-4,qode-theme-ver-10.0,wpb-js-composer js-comp-ver-4.12,vc_responsive

E se… faltar luz?

brincadeiras-antigas-sombras-artfoliophoto

E se… faltar luz?

Eventos inesperados podem acontecer na vida de qualquer pessoa. Quando acontece na rotina de uma pessoa com autismo, pode ter um peso diferente, uma vez que elas podem manifestar um apego bastante intenso à rotina.
Consideramos que há dois tipos de eventos imprevisíveis: aqueles com efeitos duradouros e os temporários. Os duradouros, como falecimento de alguém próximo, acidentes ou doenças serão tratados em um post só para eles. Vamos nos deter sobre os temporários agora, como foi o apagão ocorrido em alguns estados do Norte e em toda a região Nordeste na última quarta-feira, 21 de março.
imagem_noticia_0
Geralmente, quando se fala em eventos inesperados, as pessoas pensam logo em antecipação. No entanto, evento inesperado e temporário é algo muito pontual para ser trabalhado com antecedência. Imagina só ter que elaborar história social, trabalhar extensivamente a história com a pessoa para a hipótese de uma falta de luz ou um pequeno acidente… é um custo que certamente não vale a pena!
Faltou luz, e agora?
Dois manejos podem ser feitos em um caso como esses: um preventivo e outro remediativo. O preventivo consiste em realizar um treino de manejo da ansiedade com sua criança. Ensine ela a identificar quando está ansiosa, criando uma palavra código para esse momento e o que pode fazer para se acalmar nesses momentos. Por exemplo: posso ensinar para a minha filha que quando ela está ansiosa é o código azul e ensinar uma respiração de relaxamento.
brincadeiras-antigas-sombras-artfoliophoto
O manejo remediativo, o mais indicado para esses casos, é o redirecionamento do foco de atenção da criança. Faltou luz? Cria uma brincadeira com sombras, vai contar estrelas, tomar um banho com ela! Ensina para ela a tirar o melhor de situações inesperadas!
Mas se você fez isso e não adiantou, a criança continua ansiosa, chorosa e com medo, ofereça suporte: colo, abraço, chamego, carinho, apego… mostre que ela está segura e não tem o que temer! Você está ensinando a seu filho uma das coisas mais preciosas do mundo: aceitação de sentimentos e lidar com as adversidades!
Texto: Natalie Brito
1Comment
  • Luanna Martins
    Postado em 16:42h, 23 março Responder

    👏👏👏

Faça um comentário